A crucificação ou crucifixão foi um método de execução cruel utilizado na antiguidade e comum tanto em roma quanto em cartago. abolido no século iv, por constantino, consistia em torturar o condenado e obrigá-lo a levar até o local do suplício a barra horizontal da cruz, onde já se encontrava a parte vertical cravada no chão. de braços abertos, o condenado era pregado na madeira pelos pulsos e pelos pés e morria, depois de horas de exaustão, por asfixia e parada cardíaca (a cabeça pendida sobre o peito dificultava sobremodo a respiração). crê-se que foi criado na pérsia, sendo trazido no tempo de alexandre para o ocidente, sendo então copiado dos cartagineses pelos itálicos. neste ato combinavam-se os elementos de vergonha e tortura, e por isso o processo de crucificação era olhado com profundo horror. o castigo da crucificação começava com flagelação, depois do criminoso ter sido despojado de suas vestes. no azorrague os soldados fixavam os pregos, pedaços de ossos, e coisas semelhantes, podendo a tortura do açoitamento ser tão forte que às vezes o flagelado morria em consequência do açoite.o flagelo era cometido ao réu estando este preso a uma coluna no ato de crucificação a vítima era pendurada de braços abertos em uma cruz de madeira, amarrada ou, raramente, presa a ela por pregos perfurantes nos punhos e pés. o peso das pernas sobrecarregava a musculatura abdominal que, cansada, tornava-se incapaz de manter a respiração, levando à morte por asfixia. para abreviar a morte os torturadores às vezes fraturavam as pernas do condenado, removendo totalmente sua capacidade de sustentação, acelerando o processo que levava à morte. mas era mais comum a colocação de "bancos" no crucifixo, que foi erroneamente interpretado como um pedestal. essa prática fazia com que a vítima vivesse por mais tempo. nos momentos que precedem a morte, falar ou gritar exigia um enorme esforço o sanhedrin ou sinédrio (do hebraico סנהדרין ; συνέδριον synedrion, em grego, "assembleia sentada", donde "assembleia") é o nome dado à associação de 23 juízes que a lei judaica ordena existir em cada cidade. o grande sanhedrin era uma assembleia de juízes judeus que constituía a corte e legislativo supremos da antiga israel. o grande sinédrio incluía um chefe ou príncipe (nasi), um sumo-sacerdote (cohen gadol), um av beit din (o segundo membro em importância) e outros 69 integrantes que se sentavam em semi-círculo. antes da destruição de jerusalém em 70 d.c., o grande sinédrio reunia-se no templo durante o dia, exceto antes dos festivais e do sábado. o talmud identifica duas classes de cortes de rabinos chamadas sinédrio, o grande sinédrio e o sinédrio menor. cada cidade poderia ter seu próprio sinédrio menor de 23 juízes, mas poderia haver somente um grande sinédrio de 71 juízes, que também funcionava como suprema corte, julgando apelações dos casos dos sinédrios menores.
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