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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Didática Cristã - Análise da Educação Religiosa – Rubem Menezes


Algumas considerações são salutares no tocante à educação religiosa. A primeira é que o artigo é oportuno e fundamentalmente pertinente em decorrência da relevância do tema; a segunda, Menezes vai delineando com propriedade o assunto, sem incorrer no senso comum ou em aporias. O autor é enfático, a culpa é de todos, e particularmente, da igreja. Realmente falta preparo às pessoas que estão à frente dos trabalhos. Ele destaca que a educação religiosa é contemplada de uma forma distorcida por muitos e corroborada pelas práticas de alguns. Não há uma ambigüidade entre educação religiosa e secular na cultura judaica e o sacerdote é o educador por excelência e abrange todas as dimensões da vida: social, política, histórica e religiosa.
A finalidade maior da educação religiosa é a evangelização do mundo. E quanto ao educador religioso, o grande problema é o improviso (quebra-galho) somado à falta de recursos financeiros que leva a não ter recursos humanos qualificados.  De todas as comissões dadas por Jesus (fazer discípulos, batizar e ensinar), a mais difícil é ensinar.
Os grandes desafios do mundo moderno são as crises: moral, espiritual, social, econômica, política e familiar. Na conclusão do artigo, Rubem Menezes deixa claro a sua posição. A primeira é a de que a educação religiosa deve levar “o educando a um desenvolvimento completo e a uma experiência mais profunda com o Senhor, a ponto de levá-lo à condição ideal de discípulo de Cristo”. A segunda, é que podemos vencer as crises do mundo e, terceira, porque “o que ensina, esmere-se no fazê-lo”, ou seja, ensine o que você vive e viva o que ensina.






DIDATICA
MÓDULO 4

 Escrever uma resenha do texto de Rubem Menezes (pontos de concordância e pontos de discordância).

Rubem Menezes aborda a temática da educação religiosa em cinco tópicos. Na introdução o autor pontua que o pecado tornou-se mais atraente e os responsáveis são dentre outros, a própria igreja. 

No primeiro tópico é colocado a problemática do motivo pelo qual a igreja não têm conseguido alcançar o mundo com o Evangelho, sendo esse a falta de preparo. O ministério do ensino foi grandemente exaltado por Jesus, e é por essa razão que Menezes afirma que “somos educadores, e como tal, fomos chamados para equiparmos os santos”.
No segundo tópico que trata da educação religiosa, Menezes mostra que há uma visão distorcida sobre o assunto e que a falta de preparo corrobora essa idéia. Historicamente, na cultura judaica não havia diferença entre um tipo de educação e outra (religiosa e secular), sendo a instrução informal a mais utilizada, ou seja, ocorria na prática, sendo a disciplina e a prática oral as mais metodologias correntes. O sacerdote era o educador de Israel, e abrangia as dimensões política, histórico, social, como também, particularmente, religiosa.

A finalidade maior da educação religiosa, é o terceiro ponto desenvolvido por Rubem Menezes, tem como meta a evangelização do mundo. Ora, para atingir essa finalidade é preciso ser preparado, instruído, treinado e educado religiosamente para influenciar o meio social onde está inserido.
O quarto tópico versa sobre o educador religioso e Rubem Menezes inicia mostrando que a grande dificuldade e o improviso (quebra-galhos) por falta de pessoal treinado ou disponível para a atividade. Uma possível solução dada pelo autor é “conscientizar aqueles que estão no exercício de suas funções pedagógicas sobre qual é o seu papel e o que se espera deles do ponto de vista bíblico e teológico”. E afirma ainda que de todas as ordenanças de Jesus – fazer discípulos, batizar e ensinar - , a mais difícil é ensinar.
Os desafios do mundo moderno  é o quinto ponto da análise de Rubem Menezes sobre a educação religiosa. O autor inicia descrevendo esses desafios em forma de crises: moral, espiritual, social, econômica, política e familiar. Na crise moral, Menezes descreve uma aterradora realidade destituída de valores, “onde o pecado passa a ser justificado por todos e passa a fazer parte da vida normal do cotidiano da sociedade”. Na crise espiritual tem-se a ignorância do que seja firmeza espiritual (“acontece quando a pessoa de fato entrega a vida a Cristo e deixa que Ele mude e dirija seus pensamentos, vontade, decisões, ações e toda a sua vida”. Os programas de TV causam danos sérios aos jovens: “o medo,  a aprendizagem da agressão e a desensibilização”.
Na conclusão do artigo, Rubem Menezes deixa claro a sua posição. A primeira  é a de que a educação religiosa deve levar “o educando a um desenvolvimento completo e a uma experiência mais profunda com o Senhor, a ponto de levá-lo à condição ideal de discípulo de Cristo”. A segunda, é que podemos vencer as crises do mundo e, terceira, porque “o que ensina, esmere-se no fazê-lo”, ou seja, ensine o que você vive e viva o que ensina.


 Prof. Mauro de Souza
(Superintendente da Escola Bíblica Dominical)
IMW CECAP/TAUBATÉ










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